aranha

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16 ago 2012 | Não há comentários |

Descoberta aconcete dois anos depois do incêncio que destruiu parte do acervo; exemplares preservados ocorrem na Mata Atlântica
Por Bruno Deiro – Estado de São Paulo – 8 de agosto de 2012
Dois anos após perder cerca de 30% de seu acervo de aranhas em um incêndio, o Instituto Butantã volta a ganhar destaque internacional ao anunciar 17 novas espécies. A descoberta, que levou à descrição de um novo gênero – Predatoroonops -, é a maior contribuição do País para o The Goblin Spider, um dos mais …

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4 abr 2012 | Não há comentários |

Uma pesquisa sobre a diversidade de aracnídeos que está sendo desenvolvida no Parque Nacional Serra da Capivara, Unidade de Conservação Brasileira, localizada no estado do Piauí, Brasil, e que incluiu também, entre seus objetivos,  investigação sobre o Araneísmo na região, revelou uma diversidade de espécies de aranha marrom endêmicas do local.
A primeira espécie foi encontrada exatamente no sítio onde a arqueóloga Dra. Niéde Guidon iniciou suas escavações, com importantes resultados acerca da origem do homem e do povoamento das Américas, desde há 100 mil anos …

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14 out 2011 | 3 Comentários |
Redescrição e nova distribuição da aranha caranguejeira Acanthoscurria natalensis

Em setembro de 2011, dois bolsistas do Laboratório Especial de Coleções Zoológicas (LECZ) do Instituto Butantan, Hector M. O. Gonzales-Filho (bolsista pelo programa PIBIC) e Felipe dos S. Paula (bolsista modalidade ATP-1 do programa INCTTox), sob orientação do Dr. Antônio D. Brescovit, co-orientação da Dra. Sylvia M. Lucas e do pesquisador Ray Gabriel do Museu de História Natural da Universidade de Oxford, publicaram mais um artigo científico desenvolvido com suporte do INCTTOX e FAPESP. O trabalho intitulado: “Redescription and new distribution records of Acanthoscurria natalensis …

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25 fev 2010 | Não há comentários |

Publicado em 25 de fevereiro de 2010 na Agência FAPESP
Por Alex Sander Alcântara
A aranha-marrom (gênero Loxosceles) é pequena (cerca de 1 centímetro de comprimento) e pouco agressiva. Suas picadas ocorrem geralmente como forma de defesa, quando entram inadvertidamente em roupas ou calçados, por exemplo. Apesar disso, está longe de ser inofensiva.
No ato da picada, na maioria das vezes não há dor. Mas depois de cerca de 12 horas ocorre um inchaço na região afetada e febre. Com o avanço, e sem tratamento, o veneno pode …

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25 fev 2010 | 4 Comentários |

Publicado em 2 de fevereiro de 2010 no Estado de São Paulo
Por Alexandre Gonçalves
Toxina será usada para fabricar soro contra 3 espécies que causam a maior parte dos acidentes no Brasil
Uma bactéria que fabrica a principal toxina da aranha-marrom vai facilitar a produção de soro antiveneno no Instituto Butantã. Pesquisadores do Laboratório de Imunoquímica conseguiram inserir um gene do animal peçonhento na bactéria Escherichia coli. Os microrganismos tornaram-se pequenos fornecedores da principal enzima (esfingomielinase-D) responsável pelos danos da picada.
Por enquanto, o veneno, utilizado para a …

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